| 1 x de R$65,00 sem juros | Total R$65,00 | |
| 2 x de R$37,91 | Total R$75,82 | |
| 3 x de R$25,41 | Total R$76,22 | |
| 4 x de R$19,32 | Total R$77,27 | |
| 5 x de R$15,57 | Total R$77,87 | |
| 6 x de R$13,04 | Total R$78,22 | |
| 7 x de R$11,22 | Total R$78,55 | |
| 8 x de R$9,85 | Total R$78,79 | |
| 9 x de R$8,78 | Total R$79,03 | |
| 10 x de R$7,95 | Total R$79,46 | |
| 11 x de R$7,26 | Total R$79,88 | |
| 12 x de R$6,69 | Total R$80,24 |
Esse pato é puro Brasil dos anos 1980/90. Cerâmica esmaltada pintada à mão, cores chapadas (azul cobalto, laranja, verde), animal humanizado em pé com aquela expressão de quem está prestes a contar uma fofoca. A abertura nas costas entrega a função original: era um porta-utensílios, daqueles que ficavam no canto da bancada da cozinha guardando colheres de pau e espátulas.
A estética é o que a gente chama de kitsch brasileiro: aquela escola que misturava utilidade doméstica com encantamento, sem cerimônia, sem complexo. As manufaturas pequenas do Sudeste produziam isso aos milhares — patos, galinhas, vacas, sapos — e cada casa tinha pelo menos um. Hoje sobreviveram poucos. E os que sobreviveram em estado decente como esse, sem bicado, sem trinca, com a pintura intacta, são raros.
É um pato esguio e alto, mais ou menos do tamanho de uma garrafa de vinho em pé. Não passa despercebido em prateleira nenhuma. Sem marca identificada. Sem nenhuma marca da vida.
Material: Cerâmica esmaltada
Pintura: Manual
Cor: Branco, azul cobalto, laranja e verde
Dimensões: 27 cm de altura × cerca de 8 cm de diâmetro (25 cm de circunferência)
Peso: 0,5 kg
Marca: Não identificada
Estado: Sem marcas da vida
